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quarta-feira, 2 de julho de 2014

Educação das crianças: erros mais comuns

Postado por Julianna Fontenelle às 09:32 0 comentários

Os pais sempre querem acertar no que diz respeito a educação de seus pimpolhos, mas a realidade as vezes nos desvia do foco e acabamos errando, quando pensamos estar fazendo o certo. 
Procuro ler sempre artigos sobre forma de educar para lembrar a forma correta de agir ou para conferir se estou dando uma escorregada e cometendo errinhos. 
Um site muito legal, que eu visito sempre procurando novidades é o Guia do Bebê.
Hoje achei um artigo ótimo e resolvi compartilhar por aqui. 

Educação na infância: erros mais comuns

Qual papai ou mamãe nunca parou diante de seu filho e já se perguntou: "Onde foi que eu errei?". Malcriações, birras e manipulações de crianças são atitudes que normalmente levam os pais a fazerem tal pergunta.
Não se desespere, afinal educar não é fácil. Mas também não é um bicho papão. Aprendemos com os erros e quanto mais cedo a falha for identificada, mais fácil de se evitar conflitos entre pais e filhos.
Existem alguns erros na hora de educar os filhos que parecem bobos, mas que se reforçados e repetidos são capazes de prejudicar o desenvolvimento da criança, mesmo que a intenção dos pais seja a melhor.
Começando pela alimentação que é uma das principais queixas dos pais. "Meu filho não come", "Tenho que ficar correndo atrás do meu filho para que ele coma" são frases bastante ouvidas pelos pais. Para evitar esse aborrecimento atitudes simples podem ser realizadas desde cedo.
Nada de aviãozinho, televisão ou barganha para que a criança coma. A criança deve entender que sem a comida poderá ficar fraca, com fome e até doente. Qualquer atitude que faça com que a criança coma sem prestar atenção na comida é ruim.
A alimentação deve ser colorida, diversificada e balanceada para a criança não enjoar e aprender a comer de tudo e assim evitar qualquer distúrbio alimentar, como obesidade, bulimia ou anorexia.
Mimar demais a criança não é bom - Outro velho excesso praticado pelos pais: fazer tudo pela criança, mesmo tarefas que já pode realizar sozinha, superprotegendo o filho, é prejudicial ao desenvolvimento social.
Normalmente essas crianças crescem se achando o centro do mundo, mandando e desmandando em tudo e exigindo até o que deve ser feito no jantar. Não conseguem se adaptar na escola, sentem-se inseguros e tornam-se inseguros e irresponsáveis justamente porque nesse lugar ele será apenas mais um, e não o dono do pedaço.
Saiba dizer "não" e dê bronca quando realmente for preciso.
Outro erro comum é negar a dor da criança. Quando a criança rala o joelho numa brincadeira a mamãe com toda boa intenção do mundo tenta amenizar a dor dizendo: "Não foi nada, já passou".
Fazendo assim, a criança acha que os pais não se sensibilizam a sua dor e tendem a procurar uma outra pessoa, deixando uma mágoa. Ou então, se for excessiva essa atitude dos pais a criança fica insegura aos seus sentimentos não entendendo se sente dor, raiva ou medo já que seus pais dizem que não é nada.
Quando os pais chamam a quina da estante de boba quando a criança bate com a cabeça é tirar da criança a responsabilidade de cuidados consigo mesma e colocar a culpa no objeto. Isso pode colocar a vida da criança em risco em situações mais graves. Quando ocorrer novamente o incidente, converse sobre a importância de se evitar acidentes e dos cuidados que a própria criança deve ter.
Deixar o filho ganhar constantemente um jogo só para não vê-lo frustrado com a perda já que não tem a mesma capacidade que a sua faz com que a criança aprenda que a vida é só ganhar. O jogo faz com que a criança espere a sua vez, aceite regras e limites impostas, aprenda a negociar e aceite que a vida é feita de ganhos e perdas.
E a máxima da educação é o exemplo. A criança aprende com exemplos de quem ela confia que são os pais. Se os pais não têm boas maneiras, não pedem, por favor, não dizem obrigado ou bom dia, comem assistindo televisão ou brigam muito passam esses valores para a criança e é isso que irá fazer. Os filhos são o espelho dos pais.
Dicas
Não critique ou elogie demais o seu filho. Tanto um como o outro é prejudicial. O bom senso é a melhor medida.
Não se culpe pelo erro, filho não vem com manual de instruções. Só não insista no erro já detectado.
Na dúvida, procure sempre um especialista para te orientar.
Bruno Rodrigues

Super, né!  Vale muito a pena ler!

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Como convencer as crianças a se alimentarem bem?

Postado por Julianna Fontenelle às 14:52 2 comentários


         
     Não preciso de nenhuma estatística oficial para afirmar que cerca de 80% das mães passam por problemas com a alimentação dos pequenos. Nem vou entrar aqui em casos específicos como intolerância a lactose, alergias, ou qualquer outro distúrbio que atrapalhe uma alimentação normal. Vamos nos ater a crianças que possam comer de tudo.

        Quando eles fazem um ano o interesse na comida começa a diminuir. Então aquele bebe que antes comia tudo que você oferecia, tranquilo no cadeirão; agora não apenas fica sentado, ele já sabe andar. E é claro que seu interesse está em explorar cada lugar da casa, conhecer o mundo, muito mais que aquele prato de papinha delicioso que você preparou com todo carinho.

       Outro dado importante é que o crescimento dá uma freada. O primeiro ano do bebe tem uma média de crescimento de 30 a 35 cm. Chegando ao segundo ano (de um ano pra dois) esse cai para de 10 a 15. A quantidade toda de combustível para acelerar a multiplicação das células diminui radicalmente.

      Resumindo tudo, seu bebe balança a cabeça negativamente pra quase tudo que você oferece. E com o advento da fala ainda pode piorar um pouco, pois umas das palavrinhas preferidas nesse começo de comunicação é “NÃO”. Rsrsrs

Sim, mas voltemos ao nosso objetivo. Como fazer com que eles comam?


Procure colocar a comida dentro do universo da criança

     Lembro bastante de quando meu primo Rafa era pequeno e não gostava de Gérmen de trigo na bananada. A vitamina de banana era a primeira refeição dele e minha tia caprichava. Pra mostrar que gérmen de trigo o deixava forte ela colocou uma figura do He-Man na vasilha que continha o pozinho mágico. Se ele iria ficar forte como o He-man, aceitava de bom grado a bananada vitaminada.  Mais do que ninguém, você sabe do que seu filho gosta. Seja Mickey, Patati-Patatá, Dora - A aventureira, Galinha Pintadinha você pode adaptar. O desenho pode estar no prato, na bandeja do cadeirão, na geladeira, na fruteira, aí você que verá a necessidade e a solução.


Não espere seu filho ficar com fome

      Principalmente se ele for pequeno e ainda não falar bem. Porque com a fome ele ficará agitado, irritado, nervoso. Será ainda mais difícil dar a alimentação de uma forma tranquila. Preste atenção nos sinais que ele te dá. Ele vai mostrar que está na hora de comer. E se você já estabeleceu uma rotina, ainda melhor. Muitas vezes um pequeno ajuste nos horários e tudo melhora consideravelmente. Mesmo que ele coma menos, mas com intervalos menores sua alimentação será ainda correta, principalmente se você escolher alimentos com alto valor nutritivo.


Crianças adoram imitar os pais, então coma com ele.

     Todos sabem o quanto é importante estabelecer uma rotina para que a criança se sinta segura e que essa ajuda também no metabolismo, inclusive dos adultos. E, as refeições em família é um momento que deve sim estar nessa rotina. Procure fazer dessa hora leve. Que não haja brigas e discussões de problemas, bem como jogos e aparelhos eletrônicos. É a hora! Aproveite para mostrar o seu filho que comida é legal! Que comer é bom demais! Não misture demais a comida. Deixe seu filho ver o que tem no seu prato. Se ele vê você comendo e que você gosta, no mínimo ele se sentirá intrigado pra provar. Incentive-o a provar, mas não force. Pode tentar o mesmo prato várias  vezes em dias consecutivos e depois mudar pra outro.



Não coloque muita comida de cada vez

       Aos poucos você vai se habituar à quantidade de comida que eu seu filho necessita e aceita comer. Então, de nada adianta, sabendo que ele nada lanchou no período da manhã, transbordar seu prato na hora do almoço. Com certeza ele não comerá tudo. E uma coisa é importante, nunca force. Você pode até tentar convencê-lo de comer mais um pouquinho, mas a criança também tem o seu limite, e ele precisa ser respeitado.


Seu filho gostou? Transforme em vários pratos diferentes

Doutor, meu filho só gosta de macarrão. O quê que eu faço?
        O macarrão pode ser feito de diversas maneiras e com “n” ingredientes diferentes.  Experimente com vários tipos de carnes, com vários tipos de molhos. Não é porque seu filho só gosta de macarrão, que agora você vai dar macarrão à bolonhesa todos os dias. Se você descobre que seu filho adora milho, um leque de possibilidades se abre a sua frente. Pamonha, canjica, sopa de creme de milho, bolo de milho... E por aí vai. Até com o nosso arroz do dia-a-dia podemos encontrar inúmeras variações. Cuscuz de arroz, bolinho de arroz, arroz à grega,... Se arme de receitas e mande brasa!


Não troque um prato vazio por prêmios

        Não compre seu filho com agrados porque ele comeu, nem o castigue porque ele não comeu. Isso pode trazer distúrbios alimentares no futuro. Seja verdadeira com ele. Ele entenderá. Diga-lhe que comer certo e bem lhe trará saúde, o fará crescer forte, o ajudará a brincar melhor e se for maiorzinho, que o ajudará nos esportes. Pode parecer que ele não escuta, ou que ele não deu a menor bola, mas pode acreditar, ele ouviu. Quando você menos esperar, será ele mesmo a dizer que vai comer toda a comida, pois não quer ficar doente, ou porque quer ser melhor na corrida do dia seguinte.


Não se renda ao que é mais fácil

        Qual a mãe que não prefere dar um pacote de biscoito, que amassar uma banana com um cereal, ou picar uma maçã, ou preparar um suco de frutas naturais. Claro que o que já está pronto é mais rápido, prático e tentador. No entanto devemos resistir ao máximo. Sei que existem empresas sérias que realmente fazem o que está no rótulo, mas, infelizmente moramos num país onde as pessoas procuram de toda forma aumentarem seus lucros pessoais e nada mais. Por nossos filhos, devemos não arriscar. (eu prefiro) Dessa forma, se você pode fazer a sopinha, ou a comida do almoço, ou mesmo o bolo do lanche com o suco fresquinho, FAÇA! A família inteira só tem a ganhar com isso.


Antes de comer com a boca, 
comemos com os olhos

A criança também. Antes mesmo de provar ela observa a aparência do prato. Então, quanto mais atrativo estiver o alimento, mais vontade ela terá de saborear. Use toda sua criatividade. E se não tiver, dá uma pescadinha na internet.

                                      

                                  

         Por fim, depois de todas essas dicas, use principalmente o conhecimento que você tem de seu filho. Lembre-se que cada pessoa é diferente da outra. Não é porque a menininha de 3 anos da sua vizinha é louca por brócolis que seu filho de 5 é obrigado a gostar também. Isso vale também para irmãos. Respeite a individualidade de cada um.
Deixe seu bebê “experimentar” o alimento. Vale pegar, amassar, comer com a mão e tudo mais. Mas, não faça da bagunça uma rotina. Lembre-se que os modos a mesa vem de pequenos.
Adie ao máximo que seu bebê prove “porcarias”. Sei que as guloseimas farão parte das vidinhas deles. Isso é inevitável. Não quer dizer que você vai dar uma bala (bombom) pra sua menina de 6 meses. Ela não precisa! Ensine bom hábitos alimentares desde cedo.



  

         Esqueça todo tipo de bagulho. Espere que ele peça. Não tem como, com o excesso de açúcar que apresentam uma criança não se apaixonar por doces, balas, jujubas e chocolates. Se servir como exemplo, nunca dei refrigerante (nem deixei dar) pra minha filha, até que ela estivesse com quase dois anos. Ainda nem queria dar, mas ela estava com sede num aniversário e a água não vinha nunca. Perguntei então se ela não queria provar. Provou um golinho e detestou. Até hoje, aos quase cinco, ela não toma.


=D

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Tenho que confessar, "sou uma mãe muito má!"

Postado por Julianna Fontenelle às 10:44 0 comentários
Li um artigo agora que tenho que compartilhar. Acho que quanto mais fizermos rolar pela internet, melhor pra nós e nossos filhos. 
O artigo foi tirado do site Familia.com.br. Aliás, lá tem diversos outros também muito bons! Então, está preparada pra saber se você é uma mãe boazinha, ou uma péssima mãe? Eu sou péssima! kkkkkkkkk






12 maneiras de ser a pior mãe do mundo


Uma vez, eu saí da loja, sem dar a bolacha que meu filho fez birra para conseguir. Uma mulher me parou no estacionamento e me disse que eu era a melhor mãe naquele local. Já minha filha não tinha tanta certeza disso. Quando seus filhos lhe disserem que você é má, tome isso como um elogio. A nova geração tem sido chamada de a mais preguiçosa, mais rude, e a com mais títulos da história. As histórias sobre crianças que são difíceis de lidar assustam até a melhor das mães. Novidade: não são apenas as crianças, são os pais. É fácil querer jogar a toalha e desistir de brigar com seus filhos. Afinal, todas nós não queremos ser a mãe legal? Não desista. Eles podem pensar que você é malvada agora, mas eles vão agradecer-lhe mais tarde.


Aqui estão 12 maneiras de ser a pior mãe do mundo:

1. Faça seus filhos irem para a cama a uma hora razoável. 
Será que existe alguém que não tenha ouvido o quão importante uma boa noite de sono é para o sucesso de uma criança? Faça seu papel de mãe e coloque seu filho na cama. Ninguém nunca disse que a criança tinha que querer ir para a cama. Eles podem brigar no início, mas com persistência, eles aprenderão que você está falando sério. E depois é só aproveitar para ter um tempo só seu ou para o casal.

2. Não dê a seus filhos sobremesa todos os dias. 
Doces devem ser guardados para ocasiões especiais. Isso é o que os deixa mais gostosos. Se você ceder às exigências de seu filho de ter doces o tempo todo, ele não vai apreciar o gesto quando alguém lhe oferecer um doce como recompensa ou presente. Além disso, imagine quanto isso pode custar caro quando o levar ao dentista e ao médico.

3. Faça-os pagar por suas próprias coisas. 
Se você quer algo, você tem que pagar por aquilo. É assim que funciona a vida adulta. Para conseguir tirar seus filhos do porão no futuro você precisa ensiná-los agora que eletrônicos, filmes, videogames, esportes e acampamentos que eles gostam têm um preço. Se eles tiverem que pagar tudo ou pelo menos parte do preço eles irão apreciar mais. Você também pode evitar pagar por algo que seu filho queira somente até conseguir aquilo. Se ele não está disposto a ajudar a pagar pelo menos metade, ele provavelmente não queira aquilo tanto assim.

4. Não mexa os pauzinhos. 
Alguns jovens têm dificuldade quando começam a trabalhar e percebem que as regras também se aplicam a eles. Eles precisam chegar no horário e fazer o que o chefe mandar. E (ai, ai!) parte do trabalho eles nem gostam de fazer. Se você não gosta do professor do seu filho, do seu parceiro de ciências, sua posição no campo de futebol ou no ponto de ônibus evite a tentação de mexer os pauzinhos para que seu filho consiga as coisas do jeito que ele preferir. Você está roubando a chance do seu filho de tirar o melhor e aprender com a situação. Lidar com uma situação menos que ideal é algo que ele terá que fazer o tempo todo na vida adulta. Se a criança nunca aprender a lidar com isso, você a está levando ao fracasso.

5. Faça-os fazer coisas difíceis. 
Não interfira automaticamente e tome conta quando as coisas se tornarem difíceis. Nada dá a seus filhos um melhor impulso de confiança do que não fugir do problema e realizar algo difícil por eles mesmos.

6. Dê-lhes um relógio e um despertador. 
Seu filho estará melhor se aprender as responsabilidades de controlar seu próprio tempo. Você não estará sempre lá para pedir pra ele desligar a TV e ir para seus compromissos.

7. Não compre sempre o melhor e o mais recente. 
Ensine seus filhos a terem gratidão e satisfação pelo que eles têm. Estar sempre preocupado com o próximo grande lançamento e quem já o tem vai levá-los a uma vida de dívidas e infelicidade.

8. Deixe-os experienciar a perda. 
Se seu filho quebrar um brinquedo, não compre um novo para substituí-lo. Ele vai aprender uma valiosa lição sobre cuidar de suas coisas. Se seu filho esquecer de entregar uma tarefa na escola, deixe-o ficar com uma nota mais baixa ou faça-o ir conversar por si mesmo com a professora sobre conseguir crédito extra. Você estará ensinando responsabilidade - quem não quer filhos responsáveis? Eles podem ajudá-la a se lembrar de todas as coisas que você se esquece de fazer.

9. Controle a mídia. 
Se todos os outros pais deixassem seus filhos pularem de uma ponte você também deixaria? Não deixe seu filho assistir a um filme ou jogar um videogame que seja inapropriado para crianças só porque as outras crianças o fizeram. Se você defender e lutar por manter a educação decente de seus filhos outros podem seguir suas ações. Crie uma pressão positiva.

10. Faça-o se desculpar. 
Se seu filho fizer algo errado, faça-o confessar e enfrentar as consequências. Não varra a grosseria, bullying, ou desonestidade pra debaixo do tapete. Se você errar, dê o exemplo e encare as consequências de seu erro.

11. Importe-se com suas maneiras. 
Até mesmo crianças pequenas podem aprender as noções básicas de como tratar outro ser humano com respeito e dignidade. Ao fazer da boa educação um hábito você estará fazendo a seus filhos um grande favor. Boas maneiras é o caminho certo para conseguir o que você quer. "Você pega mais moscas com mel do que com vinagre."

12. Faça-os trabalhar - de graça. 
Seja ajudando a avó no jardim ou voluntariando-se para ser tutor de crianças mais novas, faça o serviço parte da vida de seus filhos. Isso os ensina a olhar além de si mesmos e ver que outras pessoas também têm necessidades e problemas - às vezes maior do que sua própria.

Com todo o tempo que você passar sendo má, não se esqueça de elogiar e recompensar seu filho por comportamento excepcional. E sempre se certifique que eles saibam que você os ama. Com um pouco de sorte, seus filhos podem virar o jogo e fazer sua geração conhecida por sua esperança e promessa.


Traduzido e adaptado por Sarah Pierina do original 12 ways to be the meanest mom in the world, de Megan Wallgren.
- See more at: http://familia.com.br/12-maneiras-de-ser-a-pior-mae-do-mundo#sthash.lGJkDStw.dpuf


Já confessei que sou uma mãe má, no entanto devo confessar também que, às vezes, é muito difícil ser má. Além de ser bem mais fácil e menos estressante ceder, ainda tem um par de olhos, que parecem ter toda doçura do mundo e uma vozinha suave pedindo "por favor", que cortam nosso coração. Mas, a mamãe aqui respira fundo e faz o certo. 


Ela dorme cedo. Não come doces todos os dias. A não ser que seja fruta. Esse negócio de pagar... Ela ainda não mexe com dinheiro. Vai fazer 5 anos. Será que tá na hora? Ainda não precisei mexer pauzinhos e deixo sempre ela fazer algumas coisas que são difíceis. Agora, esse do despertador ainda não consegui. Já dei o despertador, mas ela não acorda. kkkkkk Acho que preciso de um mais barulhento. O resto tudo to dando conta. O que ainda preciso melhorar é em boas maneiras. Não consigo que ela dê bom dia, cumprimente as pessoas. Não sei se é timidez, ou fase... Mas, vou continuar tentando. 

E vocês? Estão sendo mães más?

=) 

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Será que meu filho vai repetir de ano?

Postado por Julianna Fontenelle às 19:24 0 comentários

Todo ano é a mesma coisa, vai chegando o último bimestre escolar e os pais começam a ficar tensos, com a possibilidade de notas baixas dos filhos na escola, recuperação, e o pior, repetir de ano.
Pode parecer chato para as crianças, mas o acompanhamento diário dos pais pode fazer toda diferença nessa época. A agenda que as crianças trazem a cada dia, as tarefas e uma comunicação com os professores são ferramentas para serem conferidas no cotidiano escolar.
Prêmios e castigos também podem ajudar. Nesse caso vai muito da personalidade da criança e da educação seguida pelos pais. É preciso escolher a melhor opção, para que vire um incentivo e não uma repreensão pura e simplesmente. Se o foco for muito forte em um ou outro, fugirá do mais importante que é a educação. O passar ou não de ano é uma consequência da intensidade dos estudos e do que o aluno absorveu durante todo o ano.
O mais importante então é a criação de uma rotina de estudos. O contato diário com as matérias faz com que elas obtenham uma maior facilidade em acompanhar o material visto em sala de aula. E a recompensa maior é o exito e o reconhecimento dos pais.
Da mesma forma, o contrario também é aplicado. O maior castigo já é colocado pelo próprio aluno. Se ele não se interessa, não faz as tarefas, não tem atenção nas aulas, a repetência é quase que inevitável e é consequência de atos que ele mesmo escolheu para si.
Não sendo esse o caso, digo, se o aluno é interessado, faz as tarefas, tem uma rotina de estudo, e mesmo assim, não consegue boas notas, ele não necessita de castigo, mas sim de ajuda. Nessa hora os pais precisam ter o entendimento de acompanhar mais de perto, apoiar e se possivel até obter uma ajuda externa, como um reforço escolar, por exemplo.
O que não pode ser esquecido, de forma alguma, é não fazer de uma má experiencia num ano letivo, um motivo de um trauma, que possa levar a criança a querer, consciente ou não, se afastar cada vez mais dos estudos e criar um perfil de derrotado, como se fosse impossível para ela conseguir novamente o exito nos estudos. Os pais precisam sempre ter a postura de incentivadores dos seus futuros profissionais.




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