E-familynet.com Ticker
Mostrando postagens com marcador Escola. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Escola. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Diálogos no caminho do colégio

Postado por Julianna Fontenelle às 13:26 1 comentários


Maria Clara é a boneca preferida da Alice. E como o colégio libera pra levar um brinquedo pra aula, claro que ela é a escolhida quase todos os dias.
Alice já mostra seus dotes maternos e durante todo o percurso de casa até a parada do ônibus, que não é muito perto, são 13 quarteirões; ela vai me mostrando como se cuida de um bebe, de verdade!
- Ai, meu amor, como é que você faz isso?!, reclama Alice carregando com dificuldade a Maria Clara no colo, vai dormir tarde e agora tá aí, cheia de sono, fica dormindo no meu colo e ainda me enche de baba.
- Mamãe, agora falando comigo, sabia que a Maria Clara baba.
Eu, me segurando pra não rir horrores, digo logo:
- Não sei a quem ela puxou?
E vejo o sorriso mais lindo do mundo!
...
- Nãmnãm... (falando com voz de bebê)
- Mamãe,- Alice me olha como quem sabe muuuito de bebês - sabia que a Maria Clara me chama de Nãmnãm? É que ela não sabe falar direito ainda. Ela só tem 2 anos, oh, quer dizer, ela só tem 1 aninho.
- Maria Clara, a mamãe (se referindo a ela mesma, claro) vai ter que te levar num médico. Você não sabe falar nada direito. Eu entendo, porque sou sua mãe, mas a minha mãe não entende nada que você diz.
- Entende mamãe? - fala, para que eu reforce sua indicação médica, mas nem espera minha resposta.
- Tchebu damino uchin niesta, novamente com voz de bebe.
- Claro, minha filha. Mas, você tem que ficar quietinha e obedecer a mamãe - colocando o dedinho num gesto de autoridade, com a Maria Clara quase caindo, segura por só uma mão.
- Mãe, ela disse que gosta muito de ir pra escola comigo. E que ela quer aprender muitas coisas.
- Nossa filha, ela falou tudo isso - falei fazendo uma cara exagerada de espanto. - Você vai precisar de um dicionário pra conversar com sua filha. - apressando um pouco o passo, pois muitas vezes ela ralenta o passo pra conversar.
- Pois eu vou marcar.
- Marcar o que filha? - fiquei curiosa, será que perdi alguma coisa?
- Com o dicionário, mãe. Você não viu eu dizendo que ia levar ela no médico. Esse dicionário é bom?
Não aguentei! Ri demais da conta! Muito linda essa princesa-mãe!



segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Será que meu filho vai repetir de ano?

Postado por Julianna Fontenelle às 19:24 0 comentários

Todo ano é a mesma coisa, vai chegando o último bimestre escolar e os pais começam a ficar tensos, com a possibilidade de notas baixas dos filhos na escola, recuperação, e o pior, repetir de ano.
Pode parecer chato para as crianças, mas o acompanhamento diário dos pais pode fazer toda diferença nessa época. A agenda que as crianças trazem a cada dia, as tarefas e uma comunicação com os professores são ferramentas para serem conferidas no cotidiano escolar.
Prêmios e castigos também podem ajudar. Nesse caso vai muito da personalidade da criança e da educação seguida pelos pais. É preciso escolher a melhor opção, para que vire um incentivo e não uma repreensão pura e simplesmente. Se o foco for muito forte em um ou outro, fugirá do mais importante que é a educação. O passar ou não de ano é uma consequência da intensidade dos estudos e do que o aluno absorveu durante todo o ano.
O mais importante então é a criação de uma rotina de estudos. O contato diário com as matérias faz com que elas obtenham uma maior facilidade em acompanhar o material visto em sala de aula. E a recompensa maior é o exito e o reconhecimento dos pais.
Da mesma forma, o contrario também é aplicado. O maior castigo já é colocado pelo próprio aluno. Se ele não se interessa, não faz as tarefas, não tem atenção nas aulas, a repetência é quase que inevitável e é consequência de atos que ele mesmo escolheu para si.
Não sendo esse o caso, digo, se o aluno é interessado, faz as tarefas, tem uma rotina de estudo, e mesmo assim, não consegue boas notas, ele não necessita de castigo, mas sim de ajuda. Nessa hora os pais precisam ter o entendimento de acompanhar mais de perto, apoiar e se possivel até obter uma ajuda externa, como um reforço escolar, por exemplo.
O que não pode ser esquecido, de forma alguma, é não fazer de uma má experiencia num ano letivo, um motivo de um trauma, que possa levar a criança a querer, consciente ou não, se afastar cada vez mais dos estudos e criar um perfil de derrotado, como se fosse impossível para ela conseguir novamente o exito nos estudos. Os pais precisam sempre ter a postura de incentivadores dos seus futuros profissionais.




Related Posts with Thumbnails
#160